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segunda-feira, 21 de janeiro de 2008

A Mulher na Cidade


O facto de se encontrarem mais directamente ligadas ao lar e às actividades familiares, confere às mulheres uma maior sensibilidade e preocupação, para com as condições ambientais e habitacionais que envolvem os respectivos locais de residência, sejam elas de concepção urbanística, qualidade de construção, espaços verdes, acessos, infraestruturas, etc., etc.

Mas num mundo de homens quem leva isso em consideração?

quarta-feira, 21 de novembro de 2007

A Europa vive na Cidade




Imagem retirada de Uma aventura de John Difool – O Incal Negro
de Jodorowsky/moebius, Meribérica/Liber editores 1999:4 «a alameda-suicida»


A Europa vive na Cidade

O inicio da década de 90 produziu uma viragem nos destinos da velha Europa, por um lado a queda do chamado bloco de leste e sua crescente afirmação económica, a concretização do mercado interno em 1993 e uma crescente agressividade do principais parceiros comerciais, exigiam um reforço da coesão económica e social do território, por outro os grandes desafios nas esferas das relações internacionais, imprimiam uma defesa global do interesse comum, com o reforço da cooperação entre os estados membros ao nível da segurança, da política externa da justiça e assuntos internos.

Oitenta por cento dos europeus vivem na cidade, o que confere á União Europeia o carácter de região mais urbanizada do mundo, constituída por uma rede densa de cidades pequenas e médias. Embora 21 cidades tenham mais de um milhão de habitantes, 344, mais de 100 000 habitantes, e 458, mais de 50 000 habitantes, Paris e Londres são as duas únicas megalópes da União com, respectivamente, 8,5 milhões e mais de 10 milhões de habitantes.


As semelhanças entre as principais cidades são muitas – as das empresas, as altas tecnologias, a competitividade internacional. É nas grandes cidades que os problemas de pobreza, criminalidade, engarrafamentos e poluição têm impactos mais profundos.